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Banco de dados - Alliance francophone pour l'accouchement respecté (AFAR)

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Criado em : 19 Jan 2004
Alterado em : 02 Nov 2018

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Nota bibliográfica (sem autor) :

Effectiveness of cervical cerclage for a sonographically shortened cervix: A systematic review and meta-analysis. American Journal of Obstetrics and Gynecology 2003;189(6):1679-1687.

Autores :

Belej-Rak T, Okun N, Windrim R, Ross S, Hannah ME.

Ano de publicação :

2003

URL(s) :

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/…
https://doi.org/10.1016/S0002-9378(03)00871-8

Résumé (français)  :

OBJECTIF : Le but de cette étude était de déterminer l’efficacité du cerclage pour un col utérin raccourci à l’échographie transvaginale en termes de taux d’accouchement prématuré et d’évolution défavorable des conséquences néonatales et maternelles.

CONCEPTION DES ÉTUDES : Pre-MEDLINE et MEDLINE, EMBASE et la Cochrane Library ont fait l’objet d’une recherche sur des études humaines comparant la mise en place du cerclage à l’absence de cerclage sur la base des résultats d’une échographie transvaginale d’un court col de l’utérus ( égal à] 2,5 cm). Deux auteurs ont indépendamment déterminé l’éligibilité et extrait les données. Des méta-analyses ont été menées lorsque cela était possible.

RESULTATS : Trente-cinq études ont été passées en revue; 6 études étaient éligibles et ont été incluses dans l’analyse. Le cerclage n’a eu aucun effet statistiquement significatif sur les taux d’accouchement prématuré (37, 34, 32 et 28 semaines de gestation), de travail prématuré, de mortalité ou morbidité néonatale, d’âge gestationnel à l’accouchement. Le poids à la naissance était significativement plus élevé avec que sans cerclage (p = 0,004).

CONCLUSION : Les preuves disponibles ne supportent pas le cerclage pour un col court détecté par échographie. Un essai contrôlé randomisé est nécessaire pour déterminer si cette intervention réduira les résultats néonatals indésirables.

Abstract (English)  :

OBJECTIVE: The purpose of this study was to determine the effectiveness of cerclage for a shortened cervix on transvaginal ultrasound scanning in terms of the rates of preterm delivery and adverse neonatal and maternal outcomes.

STUDY DESIGN: Pre-MEDLINE and MEDLINE, EMBASE, and the Cochrane Library were searched for human studies that compared cerclage placement to no cerclage on the basis of transvaginal ultrasound findings of a short cervix ( [less-than or equal to] 2.5 cm). Two authors independently determined eligibility and abstracted data. Meta-analyses were conducted when possible.

RESULTS: Thirty-five studies were reviewed; 6 studies were eligible and were included in the analysis. There was no statistically significant effect of cerclage on the rates of preterm delivery (37, 34, 32, and 28 weeks of gestation), preterm labor, neonatal mortality or morbidity, gestational age at delivery, or time to delivery. Birth weight was significantly higher with than without cerclage (P = .004).

CONCLUSION: The available evidence does not support cerclage for a sonographically detected short cervix. A randomized controlled trial is needed to determine whether this intervention will reduce adverse neonatal outcomes.

Sumário (português)  :

OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi determinar a eficácia da cerclagem para um colo do útero encurtado na ultra-sonografia transvaginal em termos de as taxas de parto prematuro e resultados adversos neonatal e materna.

PROJETO DE ESTUDO: Pré-MEDLINE e MEDLINE, EMBASE e Cochrane Library foram pesquisados ​​para estudos em humanos que compararam a colocação de cerclagem a não cerclagem com base nos achados ultrassonográficos transvaginais de um colo do útero curto ([menor que ou igual a] 2,5 cm). Dois autores determinaram independentemente a elegibilidade e os dados abstraídos. Meta-análises foram realizadas quando possível.

RESULTADOS: Trinta e cinco estudos foram revisados; 6 estudos foram elegíveis e foram incluídos na análise. Não houve efeito estatisticamente significativo de cerclagem nas taxas de parto prematuro (37, 34, 32 e 28 semanas de gestação), trabalho de parto prematuro, mortalidade neonatal ou morbidade, idade gestacional no parto ou tempo até o parto. O peso ao nascer foi significativamente maior do que sem cerclagem (P = 0,004).

CONCLUSÃO: A evidência disponível não suporta a cerclagem para um colo do útero curto detectado por sonografia. Um estudo randomizado controlado é necessário para determinar se esta intervenção irá reduzir os resultados neonatais adversos.

Comentários :

Argument (français) :

Les preuves disponibles ne supportent pas le cerclage pour un col court détecté par échographie.

Argument (English):

The available evidence does not support cerclage for a sonographically detected short cervix.

Argumento (português):

A evidência disponível não suporta a cerclagem para um colo do útero curto detectado por sonografia.

Palavras-chaves :

➡ cerclage ; medicina baseada em evidências ; prematuros ; protocolos ; idade materna ; despistagem ; ecografia ; morbidade ; mortalidade perinatal

Autor da esta ficha :

Cécile Loup — 19 Jan 2004 ➡ última atualização : Bernard Bel — 02 Nov 2018


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